Olhe pra mim.
Não tenho nada dentro de mim.
Nada. Não tenho vontade nenhuma de lutar por você,
mas também não tenho vontade nenhuma de não lutar.
Não espero nada, mas também não espero outra coisa nenhuma.
Eu não tenho nada. Eu perambulo por aí,
atendendo meus 78 mil amigos e odiando ver o nome de cada um deles no visor do meu celular.
Todos divertidos, leves, incríveis, amigos.
(Estou precisando escutar uma daquelas frases bem clichês.
Tipo: eu iria até o fim do mundo por você.)

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